
OBS: Para calcular a velocidade media de cada componente da reação, divide-se pelo seu numero de mols
O EFEITO DA LUZ NA VELOCIDADE DAS REAÇÕES (FOTOQUÍMICAS)
• FOTOSSÍNTESE: QUANDO, A PARTIR DE MOLÉCULAS MENORES, OBTEMOS MOLÉCULAS MAIORES
• FOTÓLISE: QUANDO, A PARTIR DE MOLÉCULAS MAIORES, OBTEMOS MOLÉCULAS MENORES
TEORIA DAS COLISÕES

OBS: AO DIMINUIR A TEMPERATURA ESTAREMOS DIMINUINDO A VELOCIDADE.
- COMPLEXO ATIVADO (CA): Estado de transição de reagente para produto.
- ENERGIA DE ATIVAÇÃO (EA): Mínimo de energia necessária para a ocorrência da reação.
OBS: QUANTO MENOR FOR A ENERGIA DE ATIVAÇÃO, MAIOR SERÁ A VELOCIDADE DA REAÇÃO. 
- SUPERFÍCIE DE CONTATO: Quanto maior a superfície de contato dos reagentes, maior a velocidade da reação.
EXEMPLOS: efervescência (pastilha em agua liberando CO2), queima de madeira na fogueira, etc.
- REGRA (FATOR) DE VAN’T HOFF: UM AUMENTO DE 10 ºC FAZ COM QUE A VELOCIDADE DA REAÇÃO DOBRE.
- CATALISADORES: substâncias que aceleram uma reação sem serem consumidas durante a reação.
OBS1: não aumenta o rendimento da reação, isto é, ele produz a mesma quantidade de produto, mas num período de tempo menor. OBS2. não altera o Dh da reação.
OBS 3. acelera tanto a reação direta quanto a inversa, pois diminui as energias de ativação.
* ENZIMAS são catalisadores biológicos
* CATÁLISE é o aumento de velocidade da reação, provocado pelo catalisador.
LEI DA VELOCIDADE ou LEI CINÉTICA DE GULDBERG-WAAGE (1867):
OBSERVAÇÕES:
• Reação elementar ocorre em apenas uma etapa
• Molecularidade é a soma do número de mols dos participantes da reação
• A etapa lenta determina a equação de velocidade do mecanismo de reação (conjunto de reações elementares)
LEIS DA RADIOATIVIDADE
1ª LEI: A EMISSÃO DE PARTÍCULAS α (Frederick Soddy e Kasimir Fajans em 1913).
2ª LEI: A EMISSÃO DE PARTÍCULAS β (Soddy-Fajans-Russel em 1914)
OBS: As emissões γ não são partículas, mas são ondas eletromagnéticas, por isso, não sofrem desvio ao atravessar um campo elétrico ou magnético.
Em 1934, os cientistas italianos Enrico Fermi e Emílio Segrè bombardearam átomos de urânio com nêutrons, encontrando quatro espécies radioativas como produtos, uma delas o neptúnio (Z = 93). Os químicos alemães Otto Hahn e Fritz Strassman, repetindo essa experiência, detectaram, entre os produtos, átomos de bário, o qual apresenta número atômico pouco maior que a metade do número atômico do urânio. Concluíram então que o urânio estava sendo fissionado (dividido), fenômeno que recebeu o nome de fissão nuclear.
EXEMPLOS: a bomba atômica e reator nuclear.
Fusão nuclear é a junção de núcleos atômicos produzindo um núcleo maior, liberando grande quantidade de energia.
EXEMPLOS: datação com carbono 14, radioisótopos na medicina, indústria, agrotóxicos.
TRANSMUTAÇÕES: Quando um elemento químico emite espontaneamente uma radiação e se transforma em outro elemento, dizemos que aconteceu uma transmutação natural. Quando as transmutações são obtidas por bombardeamento de núcleos estáveis com partículas α, prótons, nêutrons etc., são chamadas transmutações artificiais. A primeira delas foi obtida por Rutherford (1898).
CINÉTICA DAS DESINTEGRAÇÕES RADIOATIVAS
A velocidade (V) com que ocorre a emissão de partículas (desintegração) é diretamente proporcional ao número de núcleos radioativos (N), a cada instante considerado.
V = K.N , em que K = constante radioativa característica de cada isótopo.
Meia-vida (t1/2): é o tempo necessário para que a metade dos núcleos radioativos se desintegre, ou seja, para que uma amostra radioativa se reduza à metade.
Fonte:
Usberco e Salvador Volume Unico, edição 2002
Curso de Quimica, Sardella, volume 2







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